Assisti: Penny Dreadful

Olá! Cá estou eu de volta, depois de 2 meses (!!!) sem postar nada.

Poxa vida, e eu nem posso dizer que estive muito mais ocupada do que normalmente estou. Foi culpa da minha preguiça e falta de criatividade para lançar novas postagens. A preguiça está vindo mais de saber que tenho muito assuntos mesmo que quero comentar por aqui do que da falta deles. Preciso descobrir um jeito de fazer postagens mais curtas com mais frequência, porque to vendo que se for depender de escrever posts compridos, a preguiça vai tomar conta demais aqui, viu.

Mas vamos ao que interessa, né? O que andei fazendo nesse tempo em que estive fora? Dormindo, passando frio, lidando com a umidade constante (como pode chover tanto assim?!) e… assistindo séries! Pois é, eu que sempre tive a maior preguiça do mundo de assistir coisas muito longas estou aqui, devorando uma série após a outra. Nem lembro muito bem como aconteceu, mas quando percebi eu estava fissurada em Penny Dreadful, e isso com certeza só aconteceu porque o Netflix está ao alcance de um clique.

Eu devorei a primeira temporada em uns 3 dias. Como a segunda temporada não está disponível no Netflix ainda, tive que recorrer a meios não tão legais (e digo em vários sentidos, a qualidade pelo Netflix tava tão boa, snif </3). Segunda temporada finalizada e fiquei órfã. Agora só em 2016.

penny-int

A série é de 2014, exibida nos EUA pelo canal Showtime e por aqui pelo HBO. Todo mundo sabe (e vocês já devem ter percebido aqui também) que eu sou louca por histórias de mistério, suspense e terror, e se ela combina esses 3 elementos, posso dizer com certeza que vai ser muito legal para mim. Penny Dreadful junta mais um elemento nessa equação: história. A série se passa na época vitoriana, em Londres, uma época que, por si só, já invoca o horror e grotesco. Os produtores colocaram, então, diversos dos personagens mais queridos da literatura de horror clássica, todos eles hoje em domínio público, por curiosidade. São eles o dr. Frankenstein e sua criação, Dorian Gray, Van Helsing, além de vampiros, lobisomens, bruxas.

Pode parecer uma mistura muito maluca, mas Penny Dreadful está dando muito certo. O enredo, bem por cima, é sobre Sir Malcolm Murray, um rico explorador, e sua protegida, Vanessa Ives, que acabam recrutando o pistoleiro Ethan Chandler e o médico dr. Frankenstein para auxiliá-los na busca pela filha de Sir Malcolm e amiga de infância de Vanessa, Mina Murray, que desapareceu misteriosamente após se envolver com um homem misterioso.

A partir disso, muitos outros mistérios se desenrolam, existem referências à Jack, o estripador, que teria atuado em Londres antes dos acontecimentos de Penny Dreadful. Há cenas muito bonitas, mas, se prepare, há cenas terríveis e grotescas, e isso é uma das coisas que mais me atraíram nesta série. Estou chegando em um ponto em que está difícil me sentir chocada, mas existem várias cenas que conseguem fazer com que eu sinta isso em Penny Dreadful. E há, também, um sentimento de incapacidade de conseguir prever o que acontecerá na próxima cena. O que é mais do que incrível, não é?

Eu não ligo muito para elenco e nomes, desde que cada um faça sua parte direitinho, então preciso comentar que meu personagem favorito tem sido um coadjuvante, o excêntrico egiptólogo Ferdinand Lyle (esse do cabelo esquisitão na última foto aí em cima). Ele faz o alívio cômico da série, e tem se saído muito bem!

Espero que pelo menos uma pessoa leia esta postagem e tenha um tantinho de vontade de assistir Penny Dreadful. E, se por acaso assistir mesmo, venha aqui comentar comigo, porque até agora não convenci nenhum amigo a assistir ela (fail!), hahaha.

Até mais!!

recomendação suspense terror

Deixe uma resposta